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sábado, 2 de maio de 2015

Jeremias e a amendoeira





Jeremias e a visão da amendoeira
Ainda veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Que és que vê, Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira. E disse-me o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir. Jeremias 1.11-12


O destaque inicial nesta passagem é o
 ainda. Este termo mostra uma continuidade na obra do Senhor na vida de Jeremias. Ele já tinha tido pelo menos dois encontros com Deus. Já iniciara sua jornada da fé, como muitos de nós também já fizemos. Mas aqui, o profeta ainda continua ouvindo a palavra do Senhor. Isso mostra o quanto Jeremias permanecia no centro da propósito de Deus. Exemplo para nós!

Deus, em sua soberania, faz uma pergunta intrigante e misteriosa ao profeta:
 Que és que vê? Deus não explica a profundidade da visão. Jeremias deveria buscar o entendimento da revelação no Senhor. Jeremias vê uma vara de amendoeira.

  • Amendoeira
O profeta poderia ter pelo menos três lembranças ao ver aquela vara de amendoeira. Este vegetal já possuía um forte simbolismo na história do povo de Deus. Veja:
1.     O candelabro era adornado por amendoeiras (Êx 25.33).
2.     A vara de Arão floresceu e brotou amêndoas (Nm 17.8).
3.     A exortação final de Eclesiastes usa o florescer da amendoeira como exemplo (Ec 12.5).
Mais duas características marcantes podemos acrescentar:
1.     É a primeira árvore que brota na primavera. Por isso, é chamada de shaked, que significa despertador.
2.     Possui duas variedades em seus frutos. Podem ser amargos ou doces. 


  • Que és que vê?

E você, querido leitor, o que você vê ao olhar uma amendoeira? Qual destas cinco características descritas acima lhe toca ao coração? Oh, meu amado ou minha amada, oro ao Espírito para que Ele mesmo lhe faça esta pergunta: Que és que vê?
Se a amendoeira era um adorno do candelabro que ficava acesso dia e noite dentro do tabernáculo, esta visão pode estar chamando sua atenção para suas orações dentro da casa do Senhor. Suas orações não podem parar! Dia e noite, orai sem cessar! O Filho intercede por ti a destra do Pai. O Espírito roga por ti com gemidos... mas suas orações ainda são valiosíssimas dentro da casa do Senhor!

Se a amendoeira floresceu e brotou na vara de Arão, confirmando seu chamado sacerdotal, esta visão também pode estar fazendo isso com você. Duvidaram do chamado de Arão, mas Deus confirma chamados! Não apenas floresceu, também brotou. A vara morta gerou vida! Oro ao Espírito que você creia que seu sacerdócio será, não apenas confirmado, mas também vai gerar vida, mesmo quando parecer morto! Aleluia!

Se no livro de Eclesiastes, Salomão está exortando aos jovens a se lembrarem do Criador usando o florescer da amendoeira como exemplo, essa exortação é para nós também! Ao passar nossos olhos na visão de Jeremias, a amendoeira deve nos fazes sentir esse apelo de jamais esquecermos do Criador!

Seja qual for a visão que você tem, não se esqueça que a amendoeira anuncia a chegada da primavera. É o momento em que o clima muda. Esta visão nos mostra que vai e deve acontecer mudanças. Precisamos ser mudados com esta visão! Precisamos gerar os frutos da amendoeira. Que podem ser doces ou amargos. Deus sabe, Ele vai experimenta-los. Brotemos os mais doces frutos ao Senhor! Sabe porque?

...porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.


Que a paz do Senhor repouse em ti!

Fontes de estudos:
Bíblia de Estudo Pentecostal - Ed CPAD
Bíblia de Estudo Dake - Ed Atos

Novo Dicionário Bíblico- Jhon Davis - Ed Hagnos

terça-feira, 21 de abril de 2015

A singularidade entre o Cristianismo e outras religiões.

A singularidade do cristianismo



Hoje muitos acreditam que todas as religiões ensinam a mesma mensagem de salvação e reconhecem o mesmo Deus. No entanto, não é assim. Mesmo um exame superficial das principais religiões do mundo, revela a singularidade do cristianismo.

O cristianismo é muito diferente das duas principais religiões orientais: hinduísmo e budismo. O Deus do Cristianismo é pessoal, um Deus que podemos pessoalmente conhecer e amar porque se revelou a nós em sua palavra: a Bíblia. Mas o deus do hinduísmo é uma força impessoal, um deus que não pode amar e nem pode ser conhecido. Os budistas frequentemente são ateus ou agnósticos; muitos deles ou negam a existência de Deus ou afirmam não ter qualquer conhecimento da sua existência.

A salvação no hinduísmo e no budismo é obtida pelo esforço humano e pela reencarnação (o ciclo de morte e renascimento). A meta é a cessação de todos os desejos, quando uma pessoa se torna um com o universo impessoal. Por outro lado, o cristianismo afirma que a salvação vem somente como um presente de Deus: ela não pode ser obtida por esforço humano, e ela satisfaz os maiores anseios do coração humano. Obviamente, em doutrinas como a natureza de Deus e o caminho da salvação há muito pouco em comum entre o cristianismo e as religiões orientais. Estas não têm qualquer noção de um Deus que nos ama e tenta salvar-nos.

Quando o cristianismo é confrontado com seus dois concorrentes ocidentais, a sua singularidade ainda faz-se evidente. Embora o judaísmo e fé islâmica proclamem a existência de um único Deus criador, que é um ser pessoal, permanecem diferenças essenciais em relação ao cristianismo. O Deus do judaísmo e do islão pode perdoar os pecados dos homens, em última instância, sem exigir um sacrifício substituto digno. Mas a justiça do Deus cristão exige que todos os pecados sejam pagos em sua totalidade. O cristianismo ensina que a segunda Pessoa da Santíssima Trindade tornou-se um homem e morreu como sacrifício substitutivo pelos pecados da humanidade. Desta forma, Deus permanece justo por ter punido todo o pecado pela morte de Jesus na cruz do Calvário. E assim, Deus pode perdoar e justificar os pecadores que aceitam Jesus como Salvador, pois Jesus pagou o preço por seus pecados (Romanos 3:20-26). Portanto, o Deus do cristianismo é mais justo que o Deus do islamismo e do judaísmo. Quando o Deus cristão perdoa o pecado, Ele não ignora o pecado, pois todo o pecado foi punido em sua totalidade. Dado que Jesus é Deus-encarnado, Ele é o digníssimo sacrifício, capaz de expiar os pecados de toda a humanidade.

O Deus do cristianismo é também mais amoroso que o do islamismo ou do judaísmo. Porque apenas o Deus do cristianismo amou tanto a humanidade que sacrificou o seu Filho unigênito, em nosso lugar (João 3:16, Romanos 5:8). E só o Deus cristão pode sentir a nossa dor. Só Ele sabe o que é sofrer, morrer e ser rejeitado, pois apenas o Deus cristão tornou-se homem.

Em suma, o Deus cristão é superior aos deuses de outras religiões. Ele é um Deus pessoal que nos ama, um Deus totalmente justo, que deve punir todo pecado; e um todo-amoroso Deus que nos oferece o dom gratuito de salvação que vem apenas através de seu Filho. O cristianismo ensina uma salvação que é tão grande que nenhum homem pode consegui-la sozinho, pois ela é um presente de Deus que o homem deve aceitar humildemente. Portanto, todas as religiões não ensinam a mesma coisa. O cristianismo é singular, pois ensina um Deus superior e um caminho superior da salvação.

Dr. Phil Fernandes
Pastor da Trinity Bible Fellowship
Presidente do Instituto de Defesa Bíblicos

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Feudalismo na Idade Média

Feudalismo na Idade Média
Sociedade Medieval, Economia, Influência da Igreja, Idade Média, organização do feudo, suseranos e vassalos, senhor feudal, cavaleiros, servos, sistema feudal.





Introdução 

O feudalismo tem inicio com as invasões germânicas (bárbaras), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa). As características gerais do feudalismo são: poder descentralizado (nas mãos dos senhores feudais), economia baseada na agricultura e utilização do trabalho dos servos. 

Estrutura Política do Feudalismo 

Prevaleceram na Idade Média as relações de vassalagem e suserania. O suserano era quem dava um lote de terra ao vassalo, sendo que este último deveria prestar fidelidade e ajuda ao seu suserano. O vassalo oferece ao senhor, ou suserano, fidelidade e trabalho, em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem se estendiam por várias regiões, sendo o rei o suserano mais poderoso.

Todos os poderes, jurídico, econômico e político concentravam-se nas mãos dos senhores feudais, donos de lotes de terras (feudos).

Sociedade feudal 

A sociedade feudal era estática (com pouca mobilidade social) e hierarquizada. A nobreza feudal (senhores feudais, cavaleiros, condes, duques, viscondes) era detentora de terras e arrecadava impostos dos camponeses. O clero (membros da Igreja Católica) tinha um grande poder, pois era responsável pela proteção espiritual da sociedade. Era isento de impostos e arrecadava o dízimo. A terceira camada da sociedade era formada pelos servos (camponeses) e pequenos artesãos. Os servos deviam pagar várias taxas e tributos aos senhores feudais, tais como: corvéia (trabalho de 3 a 4 dias nas terras do senhor feudal), talha (metade da produção), banalidade (taxas pagas pela utilização do moinho e forno do senhor feudal).

Economia feudal

A economia feudal baseava-se principalmente na agricultura. Existiam moedas na Idade Média, porém eram pouco utilizadas. As trocas de produtos e mercadorias eram comuns na economia feudal. O feudo era a base econômica deste período, pois quem tinha a terra possuía mais poder. O artesanato também era praticado na Idade Média. A produção era baixa, pois as técnicas de trabalho agrícola eram extremamente rudimentares. O arado puxado por bois era muito utilizado na agricultura.

Religião 

Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a Igreja influenciava o modo de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. A igreja também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade e até mesmo servos trabalhando. Os monges viviam em mosteiros e eram responsáveis pela proteção espiritual da sociedade. Passavam grande parte do tempo rezando e copiando livros e a Bíblia.

As Guerras 

A guerra no tempo do feudalismo era uma das principais formas de obter poder. Os senhores feudais envolviam-se em guerras para aumentar suas terras e poder. Os cavaleiros formavam a base dos exércitos medievais. Corajosos, leais e equipados com escudos, elmos e espadas, representavam o que havia de mais nobre no período medieval. O residência dos nobres eram castelos fortificados, projetados para serem residências e, ao mesmo tempo, sistema de proteção.


Educação, artes e cultura

educação era para poucos, pois só os filhos dos nobres estudavam. Marcada pela influência da Igreja, ensinava-se o latim, doutrinas religiosas e táticas de guerras. Grande parte da população medieval era analfabeta e não tinha acesso aos livros.

arte medieval também era fortemente marcada pela religiosidade da época. As pinturas retratavam passagens da Bíblia e ensinamentos religiosos. As pinturas medievais e os vitrais das igrejas eram formas de ensinar à população um pouco mais sobre a religião.

Podemos dizer que, em geral, a cultura e a arte medieval foram fortemente influenciadas pela religião. Na arquitetura destacou-se a construção de castelos, igrejas e catedrais.

O fim do feudalismo


O feudalismo não terminou de uma hora para outra, ou seja, de forma repentina. Ele foi aos poucos se enfraquecendo e sendo substituído pelo sistema capitalista. Podemos dizer o feudalismo começou a entrar em crise, em algumas regiões da Europa, já no século XII, com várias mudanças sociais, políticas e econômicas. O renascimento comercial, por exemplo, teve um grande papel na transição do feudalismo para o capitalismo.

NOME DE DEUS E SIGNIFICADO

NOME DE DEUS E SIGNIFICADO 
  1. ELOIM: Soberano Criador – Gênesis 1.1;26,27
  2. JEOVÁ / YHAWEH: “EU SOU” Aquele que se revela – Êxodo 3.14
  3. EL SHADAY: Deus Todo-Poderoso – Gênesis 17.1
  4. ADONAI: Senhor (dono) – Provérbios 9.10
  5. JEOVÁ JIRÉ: Deus proverá, Provedor – Gênesis 22.8 e 14
  6. JEOVÁ M’KADESH: Senhor Santo, Santificador – Levítico 20.7 e 8
  7. JEOVÁ NISSI: Senhor nossa bandeira – Êxodo 17.15
  8. JEOVÁ RAFÁ: EU SOU o Deus que te sara – Êxodo 15.26
  9. JEOVÁ SHALOM: O senhor é a nossa paz – Juízes 6.23 e 24
  10. JEOVÁ TSDEKENU: Senhor Justiça nossa – Jeremias 23.5,6
  11. JEOVÁ ROHI: O senhor é o meu pastor – Salmo 23.1
  12. JEOVÁ SHAMMAH: O Senhor está presente aqui – Isaías 63.9
  13. EL ELYOM: Deus Altíssimo – Daniel 4.2 e 5.18
  14. JEOVÁ TSEBAÔ: Senhor dos Exércitos – Salmos 46.7
  15. JEOVÁ MAKKE: O Senhor nos corrige – Ezequiel 7.9
  16. JEOVÁ GMOLÁ: Senhor das recompensas – Rute 2.12
  17. JEOVÁ ELOAI: Senhor meu Deus – Salmos 16.2
  18. EL ELOAH: O Deus pessoal – Gênesis 33.20
  19. JEOVÁ ELOENU: Senhor nosso Deus – Deuteronômio 6.4
  20. EMANUEL: Deus conosco – Isaías 7.14
  21. CONCLUSÃO: JESUS, o nome dos nomes Atos 4.12